Akle Abraço


Desde já meu muito obrigado por visitar meu blog. Forte abraço, e volte sempre.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

O JESUITA DANÇARINO - PADRE

Há mais de 450 anos, Inácio de Loyola, para alegrar um de seus enfermos, dançou para ele uma dança da cultura espanhola. Foi a maneira que o santo fundador da Companhia encontrou para mostrar que Deus é louvado em todas as coisas, também nas expressões artístico-culturais como a dança, onde o corpo se transforma em sacramento de comunicação do Belo.

Nascido em 1965, o indiano P. Saju George, da Província de Kolkata, é dançarino profissional. Sua tese de doutorado, orientada pelo jesuíta Amalladass, fala das raízes religiosas da dança indiana. Padre Saju explica: a dança clássica indiana brota da herança religioso-filosófica da Índia. Compreende o corpo e a alma e se considera como uma forma de oração. A tradição mais antiga afirma que a dança é o caminho de salvação (sadhana). Na dança, a alma deseja e busca unir-se com a alma universal.
A dança exige do dançarino um grande domínio do corpo, seja no ballet ocidental, seja na dança clássica indiana. Mas o dançarino indiano precisa,também, dominar a técnica da mímica, ser capaz de refletir em seu rosto as emoções transmitidas pela tradição. Deve execultar dezenas de gestos com as mãos, comunicar relatos através de expressões faciais, posturas, gestos estilizados e convencionais. O repertório do padre Saju inclui temas como Pai Nosso, a Santíssima Trindade, Cristo Ressuscitado, a Virgem Maria, Jesus que cura, os Salmos.
O dançarino convida o expectador a experimentar emoções de alegria, de dor, de desejo, podendo levá-lo a um modo de existência universal e transcendente, associado com mística. Na Índia quase todas as formas artísticas têm origem sagrada. Na tradição indiana, as artes teatrais são essencialmente religiosas e se fundem no hinduísmo, onde a arte é considerada expressão da Beleza Interior ou do Divino nos humanos.
Padre Saju se inspira no exemplo dos primeiros jesuítas que desenvolveram a arte do ballet clássico na corte de Luiz XIV. O padre jesuíta Claude-François Menestrier (1631-1705) escreveu uma das primeiras histórias do ballet: ele e outros jesuítas contribuíram a técnica e teoria da dança e alguns dançaram com temas espirituais e morais.
Saju cultivou a vocação à dana e ao sacerdócio na sua família. Enquanto os pais o iniciaram no caminho da fé, sua irmã dançarina guiou nos primeiros passos da dança. Para o padre Saju jamais houve dicotomia alguma entre sacerdócio e dança.
Mas alguns poderiam perguntar: como pode um sacerdote católico expressar sua fé em Cristo através de uma forma artística como a dança? Diz o padre Saju que a dança é um meio universal de expressão. Cada vez que danço me sinto convidado a entrar, respeitosamente, na experiência dos seguidores de outras crenças, em particular das  indianas. Isso enriquece a minha própria experiência de fé. Jesus Cristo é o Deus-Homem que se esvaziou totalmente por amor aos demais. Como companheiro de Jesus, me sinto chamado a dançar aos menos favorecidos e menos queridos, em suas diferentes maneiras de perceber e adorar a divindade em suas diversas manifestações.
Para o padre Saju, esta missão encontra dois espaces principais de expressão: muitas vezes ele dana para o público em geral, mas igualmente em igrejas, durante as liturgias. E ele conclui: Qualquer que seja o lugar, qualquer que seja o público, quando dança um jesuíta, ele glorifica o Deus Trindade que habita em nosso corpo.
In: JESUÍTAS – ANUARIO DE LA COMPAÑIA DE JESUS/2004.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Irª Dulce o Anjo Bom da Bahia

A Igreja Católica beatificará no próximo domingo na cidade de Salvador a Irmã Dulce, uma freira brasileira que, como a também beata madre Teresa de Calcutá, dedicou sua vida aos doentes e aos mais pobres.Nascida em 26 de maio de 1914 em Salvador, capital do estado da Bahia (nordeste) e batizada como Maria Rita Lopes Pontes, a religiosa, da Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, pode se transformar na primeira santa nascida no Brasil, o país com o maior número de católicos do mundo.A cerimônia será no Parque de Exposições de Salvador e presidida pelo arcebispo da cidade e cardeal primaz do Brasil, Murilo Krieger, em um ato no qual participarão as autoridades civis e religiosas, e 70 mil fiéis, pelos cálculos dos organizadores.Segundo o cardeal, a beatificação da Irmã Dulce recai sobre uma pessoa "frágil, pequena e delicada", que "conseguiu ajudar sempre" os doentes que cuidava.
Da mesma forma que a madre Teresa de Calcutá, a Irmã Dulce entregou sua vida ao serviço dos necessitados e desenvolveu uma obra social em seu natal, a Bahia, onde fundou hospitais de caridade e uma rede de apoio social que dirigiu até sua morte, em 13 de março de 1992, aos 77 anos.Por sua obra, em 1988 foi candidata ao Prêmio Nobel da Paz e, em outubro de 1991, cinco meses antes de sua morte, recebeu em seu leito a visita do também beato papa João Paulo II, durante a segunda visita do pontífice ao Brasil. "Durante muito tempo pensava-se que a santidade era algo que só ocorria na Europa", ressaltou Krieger, quem em 2002 participou da canonização da freira italiana Amabile Visintainer (1865-1942), que passou a ser chamada Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus.O processo de beatificação da Irmã Dulce começou em 1999 e quatro anos depois, em 2003, dez médicos brasileiros e três italianos certificaram o "caso extraordinário de um padre", milagre que foi reconhecido por unanimidade pela Congregação para as Causas dos Santos.O milagre ocorreu em janeiro de 2001 quando Claudia Santos de Araújo, do vizinho estado de Sergipe e devota a Irmã Dulce, sofreu uma grave hemorragia durante o parto e ficou em estado de coma. A gravidade da situação era tanta que os médicos deram a ela poucas horas de vida.
Um sacerdote amigo dela que sabia da sua fé em Irmã Dulce orou pedindo por sua saúde e em questão de horas a parturiente estava plenamente recuperada. Dois dias depois, ela recebeu alta do hospital com seu bebê, sem que os médicos tenham conseguido explicar o que havia ocorrido.A Irmã Dulce foi declarada venerável pelo Vaticano em 2009 e no ano passado, quando seu corpo foi exumado e transferido à catedral de Salvador, estava intacto, mumificado naturalmente, o que foi interpretado pela igreja como um sinal de santidade da freira. "Sua caridade foi maternal. Sua dedicação aos pobres tinha uma raiz sobrenatural e do alto trouxe energias e meios para colocar em prática uma assombrosa atividade de serviço aos mais pobres", consignou em seu voto um dos teólogos favoráveis à abertura da causa de beatificação.As Obras Sociais Irmã Dulce, legado da freira, incluem o Complexo Roma, uma rede de hospitais e centros de saúde para os mais pobres que atende na Bahia a 5 milhões de pessoas ao ano e o Centro Educacional Santo Antônio. Adicionalmente, a organização administra vários centros de saúde de Salvador.
Se depois da beatificação for comprovado o segundo milagre por sua intercessão, a Irmã Dulce pode se transformar na primeira santa nascida no Brasil, país que até agora só tem no mais alto dos altares Frei Antonio de Sant'Anna Galvão (1739-1822), canonizado em 11 de maio de 2007 pelo papa Bento XVI durante sua visita ao Brasil.
A Igreja Católica tem santos que desenvolveram sua missão evangelizadora e social no Brasil, mas nasceram em outros países, como o jesuíta paraguaio São Roque González e a italiana Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus.

terça-feira, 12 de abril de 2011

João Paulo II terá memória litúrgica em outubro

A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos emitiu no dia, 11 de abril, um decreto regulamentando o culto litúrgico reservado ao futuro beato João Paulo II.

Após a sua beatificação, em 1º de maio, no Vaticano, João Paulo II terá sua memória celebrada na diocese de Roma e nas dioceses da Polônia no dia 22 de outubro, dia em que inaugurou seu pontificado, em 1978.

As autoridades religiosas não concederam o “culto universal”, ou seja, a veneração em todas as igrejas do mundo, como ocorre com os santos, apesar da solicitação feita pelo Vicariato, no início do processo de beatificação.

Ser proclamado beato é o terceiro passo no caminho da canonização. O primeiro é Servo de Deus, o segundo venerável, o terceiro beato e o quarto, santo. Para ser santo é necessário comprovar que interveio em dois milagres.

Falecido em 2 de abril de 2005, João Paulo II será beatificado no prazo recorde de seis anos e um mês.

domingo, 10 de abril de 2011

Carta de Públio Lêntulo sobre Jesus Cristo

Afirmo, ó César, que desejarás saber tudo quanto agora te narro: apareceu entre nós um homem de grande virtude, chamado Jesus Cristo, dos gentios é dito profeta. Seus discípulos o têm por divino e dizem que ele é Filho de Deus Criador do céu e da terra e de todas as coisas que se acham e são feitas. Em verdade ó César, todos os dias são ouvidas coisas maravilhosas sobre este Cristo: ressuscita os mortos e cura os enfermos com uma só palavra.

Homem de grande estatura e muito belo de aspecto, tem a majestade nos traços e aqueles que o miram são forçados a amá-lo e temê-lo. Tem os cabelos da cor da noz madura, lisos até as orelhas; são da cor da terra, anelados e mais claros; no meio da testa se dividem à maneira dos nazaremos; em seu rosto não há mancha, sinal, nem ruga alguma, aformoseando-o uma bela cor rosada; no nariz e na boca não se pode encontrar defeito algum: a barba é espessa e à semelhança dos cabelos na cor, não muito longa e tem a forma de um garfo.

Sua fisionomia inspira inocência e sabedoria, e seu jeito de olhar é muito grave: seus olhos são como o raio do sol e ninguém o jamais viu rir, mas muitos o têm visto chorar. Tem as mãos e os braços muito belos; em sua conversação é muito cortês e moderado nas expressões, alegrando a muitos; muito modesto no aspecto, sua presença é a mais bela que se pode imaginar, tudo similar à mãe, que é a mais bela jovem já vista por estas partes.

Porém, se Tua Majestade, ó César, desejares vê-lo pessoalmente, escreva-me que não faltarei de o enviar rapidamente à Tua presença. Pelas palavras causa espanto na cidade de Jerusalém. Ele jamais estudou com qualquer um e, no entanto, sabe tudo sobre todas as ciências, caminha descalso, sem qualquer coisa sobre a cabeça; muitos se riem ao vê-lo, mas em sua presença, ao falar-lhe tremem e se calam.


Digo que um tal homem jamais foi visto nem existiu em qualquer parte. Na verdade, segundo me dizem, os hebreus jamais ouviram qualquer coisa de tais concílios, doutrinas, como ensina este Cristo e muitos judeus o tem por divino e creêm nele, enquanto outros não querem afirmá-lo, por temerem Tua Majestade, ó César. Diz-se apenas que este Cristo não causa mal a qualquer pessoa. Aqueles que o conhecem, o provam por haver recebido muitos benefícios e cura.

Porém, por Tua Majestade, ó César, por obediência a Ti estou prontíssimo: o que tu ordenares será seguido. Prometo.

De Jerusalém, Inscrição sétima, lua décima primeira. De Tua Majestade, Teu fidellíssimo e obedientíssimo.



Públio Lêntulo

Governador da Judéia

sábado, 16 de outubro de 2010

COMUNICAÇÂO

COMUNICAÇÃO, RECONHECIMENTO E INFLUÊNCIA


*Alberto Meneguzzi
Meu livro de cabeceira tem sido oDocumento de Aparecida. À medida que leio as conclusões da conferência, meu pensamento vai mais longe numa série de situações que norteiam minha caminhada pastoral. Fico procurando fundamentar minhas “teses” sobre comunicação e catequese, confrontando-as com o que diz o documento.

Concluo, pois, que não estou tão “fora” quando critico o atual modelo e sugiro outra postura da Igreja na área de comunicação. Minha crítica não se baseia em “achismo”, mas, sim, em fatos, alicerçada em várias leituras e também naquilo que ouço, assisto e vivo nas minhas atividades pastorais. Baseia-se também na minha troca de experiências com diversos catequistas e lideranças de todo país através da internet. Utilizo essas novas ferramentas, com o MSN, Orkut, Skype e-mails, também para evangelizar; seria um tolo se não as usasse.

A Igreja não aproveita como deveria as novas tecnologias e muito menos sabe se relacionar de maneira profissional com emissoras de rádio, TV e jornais. Pouco estimula e apóia a criação de meios de comunicação próprios e tem dificuldades em trabalhar de modo mais efetivo a formação de comunicadores leigos para os novos desafios da mídia.

A Igreja ainda não descobriu uma forma concreta de animar as iniciativas existentes na área de comunicação católica, que são poucas, mas importantes. Essa, pelo menos, tem sido a realidade do local onde atuo. Na Diocese de Caxias do Sul, aqui no Rio Grande do Sul, existem 71 paróquias, em torno de mil comunidades, e apenas três possuem sites, sendo que, destes, apenas dois são atualizados frequentemente com notícias, informações, fotos e boletins eletrônicos. E o que diz o Documento de Aparecida sobre a internet?  
A internet, vista dentro do panorama da comunicação social, deve ser entendida na linha já proclamada no Concílio Vaticano II como uma das “maravilhosas invenções da técnica”. [...] A Igreja se aproxima deste novo meio com realismo e confiança. [...] Os meios de comunicação, em geral, não substituem as relações pessoas nem a vida comunitária. No entanto, os sites podem reforçar e estimular o intercâmbio de experiências e informações que intensifiquem a prática religiosa através de acompanhamento e orientações (487-489).

Se a Igreja considera tão importante lidar com os meios de comunicação sociais e incentiva, nos seus últimos documentos, uma relação diferente e mais profissional com a mídia, não apenas com a católica, porque ainda trabalhamos tão mal nessa área? Porque não insistimos que nossas paróquias tenham site? Porque não investimos mais em jornais impressos, nem que seja uma edição por ano? Porque não organizamos mais cursos sobre comunicação para catequistas e lideranças? Por que não estimulamos mais as pastorais de comunicação, que, em muitas dioceses, existem apenas no papel?

O Documento de Aparecida é direto, não faz rodeios quando fala de comunicação. É essa a conclusão e análise de diversos bispos da América do Sul e do Caribe, em conferência no Brasil, que contou inclusive com a presença do Papa Bento XVI:

A importância de sabermos lidar com os novos meios e as novas ferramentas tecnológica implica uma capacidade para reconhecer as novas linguagens, que podem favorecer maior humanização global. Estas novas linguagens configuram um elemento articulador das mudanças na sociedade (883).

Sites parados, sem atualização, representam mudanças na sociedade? Secretarias paroquiais cujas secretárias não possuem acesso à internet simbolizam mudanças para a sociedade? Emissoras de rádios católicas, geridas de forma amadora, que não acompanham os encontros, eventos e palestras da própria Igreja, significam uma comunicação eficiente? Dioceses que não possuem, e não se interessam em possuir, um jornal mensal impresso, elaborado de forma profissional, com uma distribuição feita não apenas aos que freqüentam as celebrações, estão conforme as orientações do Documento de Aparecida?

Claro, além da minha visão de catequista e liderança pastoral, as minhas palavras possuem o ingrediente de ser ditas por um profissional da área de comunicação. Sou jornalista e relações públicas. Trabalhei durante quinze anos em rádio. Sou responsável, atualmente, pela publicação de um jornal católico, que busca apoio de empresas, patrocinadores, e é feito por jornalistas inseridos na comunidade cristã. Talvez por isso a minha indignação mais veemente. Não é regra que a Igreja como um todo trabalhe mal esse aspecto. Algumas dioceses estão caminhando a passos largos para uma comunicação mais eficiente, em todos os níveis. Porém, na grande maioria das paróquias, o que se vê é um marasmo constrangedor diante das mudanças do mundo moderno e do aparecimento das novas tecnologias. É nosso maior problema como Igreja: comunicar efetiva e profissionalmente.

A relação que deveríamos ter, ou pelo menos tentar ter, consta de um triângulo que li num livro sobre liderança. A frase é de Robert Dilenscheneider, da Agência Internacional de Relações Públicas. Tentei relacioná-la com a comunicação da Igreja e o nosso trabalho de evangelização, que, como liderança, pode se tornar mais eficiente e atrativo quando obedecer ao triângulo da comunicação, do reconhecimento e da influência. Se a comunicação é feita de forma eficaz, o reconhecimento surge; e o reconhecimento, por sua vez, leva a influência. Aqui não se trata de reconhecimento pessoal, mas das idéias e objetivos que fazem parte do projeto de Deus, na catequese ou em qualquer outra pastoral, movimento ou serviço.

Se pensarmos bem, não era assim que Jesus fazia?

Comunicava-se muito bem com as pessoas (não sem antes ter se preparado muito para isso), sabia exatamente aonde queria chegar, era persuasivo, obteve o reconhecimento do seu projeto (e com isso também inveja e perseguição), teve seguidores (um líder sem seguidores não é líder) e, assim, conseguiu influência. Suas palavras ecoam até hoje.

Se Ele fez tudo isso sem utilizar internet, jornal, rádio e TV, o que ele faria nos dias de hoje se tivesse acesso a todas essas tecnologias?

E nós, o que estamos fazendo para uma sociedade diferente com os meios e ferramentas de que dispomos?

Texto extraído do livro “Missão de Anunciar”, pg. 92, São Paulo: Paulinas, 2010.


*Alberto Meneguzzi é escritor, jornalista, relações públicas, radialista e catequista. Autor dos livros “Paixão de Anunciar” e “Missão de Anunciar”, publicados pela Editora Paulinas.

sábado, 30 de maio de 2009




Graça e paz da parte de Deus nosso pai e de Jesus nosso irmão e do divino Espírito Santo estejam convosco.
Começo falando sobre a missão que Jesus nos deixou para sermos evangelizadores. No mês de outubro, a Igreja Católica Apostólica Romana nos pede para evangelizar, levar o amor de Deus para as pessoas. Cristo, Evangelizador do Pai, escolheu 12 e enviou-os a pregar. Hoje nós somos seus discípulos, temos a missão de batizados. Cristo Ressuscitado confirma e amplia esse mandato: "Ide por todo o mundo e proclamai o Evangelho a toda a criatura" (Mc 16, 15). Esse é o nosso dever. Evangelizar, dar testemunho do Cristo ressuscitado e fazer com que as pessoas vejam sua a face.

Não podemos esquecer de nossa mãe Maria, que com seu “sim” ampara e transforma muitos corações que estão dilacerados. A exemplo de Maria e da família de Nazaré, somos convidados a dar o nosso “sim” a missão de cristãos consagrados a Deus.

terça-feira, 26 de maio de 2009

amizade



O céu inteiro está rezando por ti, se for preciso nós estamos aqui.Se a cruz, te parece pesada demaisSê fiel e não perca a esperança da pazNão se esqueça que o amor, que emana de Deus não vai se acabar.O céu inteiro está rezando por ti, se for preciso nós estamos aqui.Anjos e Santos intercedem por ti, e se preciso for estamos aqui.Se o mundo te humilha e te faz dizer nãoCreia em Deus, ele vai te mostrar sua direção.No extremo da dorO teu Deus segurou forte a tua mão.O céu inteiro está rezando por ti, se for preciso nós estamos aqui.Anjos e Santos intercedem por ti, e se preciso for estamos aqui.No extremo da dorO teu Deus segurou forte a tua mão.O céu inteiro está rezando por ti, se for preciso nós estamos aqui.Anjos e Santos intercedem por ti, e se preciso for estamos aqui.O céu inteiro está rezando por ti, se for preciso nós estamos aqui.Anjos e Santos intercedem por ti, e se preciso for estamos aqui.
 O Céu Está Rezando Por Ti  Anjos De Resgate
Composição: Dalvimar Gallo